Com mais de 300 mil habitantes, Foz do Iguaçu é uma miscelânea de cerca de 80 povos, dentre os quais se destacam libaneses, chineses, paraguaios e argentinos. Internacionalmente famosa, a cidade deve às cataratas do Parque Nacional do Iguaçu, tombado como Patrimônio Natural da Humanidade, o fato de ser um dos principais destinos de estrangeiros no País. As quedas, que englobam uma área de 2.700 m em formato semicircular, são o espetáculo mais procurado nesta cidade do extremo oeste paranaense, a 637 km de Curitiba. Mas elas não são a única atração. A gigantesca obra da Usina Binacional de Itaipu, a maior hidrelétrica do mundo em produção, e a fronteira com o Paraguai e a Argentina (e o comércio resultante nesta região) são outros propulsores da economia e do turismo.
Além do imperdível espetáculo das cataratas (se der, sobrevoe de helicóptero), é possível fazer rafting, rapel, trilhas, arvorismo e passeios náuticos. Entre os programas mais indicados estão a Trilha do Poço Preto, das Bananeiras, Linha Martins e Macuco Safari (inclui barcos infláveis que chegam próximo às quedas). No Lago Itaipu, pesca e esportes náuticos são as melhores pedidas. As compras são outro programa obrigatório. Em Ciudad del Este, no Paraguai, aproveite para levar cremes, perfumes, relógios, bebidas, produtos de informática e eletrônicos. Em Puerto Iguazú, na Argentina, compre artigos de couro, lã, cosméticos, cristais e especiarias como azeitonas. Só não esqueça que a cota é de U$ 300 por pessoa. Nos dois países, vale dar uma esticadinha nos cassinos.
A hidrelétrica Itaipu Binacional é parada obrigatória – afinal, foi eleita a “obra do século”. O Parque das Aves também é outro bom roteiro: são cerca de 1.100 pássaros, sendo possível tocar em alguns. O ponto das três fronteiras merece fotos. Do conjunto arquitetônico, o destaque vai para o Templo Budista, que tem um Buda gigante, e para a Mesquita Muçulmana, além das Pontes Internacionais da Amizade (divisa com Paraguai) e Tancredo Neves (com Argentina).